quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Wesley Safadão está indeciso com novo endereço

Wesley Safadão ao lado dos seus filhos Yhudy e Ysis (Foto: Reprodução/Instagram)
Wesley Safadão está indeciso e não sabe ainda onde será o seu novo endereço. Apesar de estar pesquisando casas em São Paulo, o cantor cearense não descarta a mudança para o Rio de Janeiro. “Não comprei nada. Estou olhando e pesquisando. Eu tenho um mês no máximo para decidir estre Rio e São Paulo”, contou o fenômeno forrozeiro em entrevista ao “TV Fama”, da Rede TV.
Atualmente, o forrozeiro mora em Fortaleza. Segundo ele, a mudança ajudará nos deslocamentos para os shows. “Facilita um pouco mais a vida e o roteiro, que está muito louco e de toda vida sempre voltando para o nordeste”, ressalta.
Safadão afirmou também que não gosta de ficar hospedado em hotéis. “Estou muito em hotel e não gosto disso”, disse ele, que acrescenta: “Mas não vou conseguir deixar minha cidade que é Fortaleza”.

Comissão do Senado aprova projeto que eleva vaquejada a patrimônio cultural

A Comissão de Educação aprovou nesta terça-feira (1º) um projeto que eleva a vaquejada e o rodeio à condição de manifestação cultural nacional.
Na prática, a proposta não legaliza os eventos, mas foi entendida pelos senadores como um primeiro passo para reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que tornou a vaquejada ilegal por considerar que a prática causa sofrimento animal. O projeto já passou pela Câmara e segue agora para o plenário do Senado. 
Mesmo com a véspera do feriado, a comissão contou com a presença de vários senadores, de diferentes partidos, que fizeram questão de manifestar o apoio à vaquejada e a posição contrária à decisão do Supremo.
Os parlamentares também aprovaram um requerimento de urgência, para que o projeto tramite com mais rapidez no plenário do Senado. 
Além dessa proposta, ainda tramitam no Senado outros três projetos de lei com o mesmo intuito, sendo um deles uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Os parlamentares alegam que a vaquejada faz parte da cultura local e também argumentam que é possível manter a prática com atenuação do sofrimento animal.

Vereador sobe em torre no município de Banabuiú e consegue convencer homem a não cometer suicídio

O vereador Waltinho, de Banabuiú, passou por uma situação inusitada nesta terça-feira, 01. Um homem – cujo nome iremos preservar aqui -, subiu numa torre de telefonia localizada no Centro daquela cidade, determinado a cometer suicídio.
Waltinho explicou ao Monólitos Post que é padrinho da filha do potencial suicida e que se sentiu no dever de tentar ajudar o indivíduo desesperado. A esposa do homem o havia deixado e ele estava num momento de grande frustração pessoal. O vereador, portanto, não viu outra alternativa a não ser subir na torre e conversar com o indivíduo.
O parlamentar explicou que falou para o homem que não valia a pena morrer por uma mulher que não mais o queria. Além dele deixar a filha sem seus cuidados, a mulher ainda iria arranjar outro homem depois que ele morresse. Apesar da dificuldade na comunicação, dado que o homem é surdo, Waltinho conseguiu convencê-lo a desistir de praticar tamanha desgraça com a própria vida.
Esta já é a segunda vez que Waltinho sobe na torre para salvar potenciais suicidas. Da outra vez foi uma mulher que, segundo o vereador, havia subido numa altura ainda maior.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Novas regras para salões de beleza a partir de 2018

A chamada "Lei do Salão Parceiro" passa a regulamentar uma prática bem conhecida do setor de beleza: a atuação de profissionais que trabalham como autônomos dentro de estabelecimentos e que são remunerados por comissão e não necessariamente por salários. O projeto de lei que desobriga a contratação de profissionais de beleza no regime CLT foi sancionado nesta quinta-feira (27) pelo presidente da República, Michel Temer.


A mudança é anunciada como o reconhecimento de um modelo de trabalho já amplamente utilizado nos salões de beleza e um incentivo à regularização ou formalização de um setor que reúne cerca de 2 milhões de profissionais.
Pela lei, os salões de beleza poderão firmar contratos de parceria com profissionais cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, depiladores e maquiadores, que atuarão como autônomos, sem vínculo empregatício. Os demais empregados dos salões continuam com contratos CLT. O texto de lei aprovado pelo Congresso cria as figuras do salão-parceiro e do profissional-parceiro, que poderá atuar como microempresa ou microempreendedor individual (MEI).


Donos de salões de beleza consideram a nova lei uma avanço na medida em estabelece direitos e obrigações de ambas as partes, incentiva o empreendedorismo e garante maior segurança jurídica para um setor no qual o modelo de parceria já é uma realidade.
Atualmente, mais de 630 mil profissionais do setor de beleza atuam como MEI. O número de trabalhadores com carteira assinada é baixo. Segundo dados do Ministério do Trabalho, no final de 2015 o país reunia apenas 66.508 cabeleireiros, manicures e pedicures celetistas. De acordo com entidades que representam a indústria de beleza, estimam que o setor emprega 2 milhões de pessoas.
Cássio Gomes, de 50 anos, trabalha há 3 anos em um salão no qual os seis cabeleireiros e as duas manicures são microempreendedores individuais, ou seja, eles já estariam adequados à nova regra. Há 15 anos atuando como cabeleireiro, ele só se tornou MEI nesse salão, porque nos demais ele trabalhava por conta própria, sem se formalizar como autônomo. “Eu nunca tive carteira assinada, sempre paguei o INSS e meu plano de saúde, então para mim é normal não haver vínculo com os salões”, diz.
Gomes diz que os cabeleireiros pagam para o administrador do salão 50% do valor de cada corte e 60% de comissão quando é feito tratamento químico nos cabelos. Já as manicures pagam “uma mão” e “um pé” feitos por dia.
E cada profissional tem sua própria máquina de cartão, além de ser responsável pelos próprios produtos usados. O administrador do salão cuida dos pagamentos do aluguel do ponto, além das contas de água e luz, e da manutenção do local.
Gomes diz que um dos pontos positivos é que cada um tem a liberdade de fazer seu próprio horário. No entanto, a renda varia de mês a mês, já que depende do número de atendimentos. “Mas é difícil hoje em dia um salão ter profissionais por CLT, então a gente está acostumado”, afirma.


Opiniões divergentes
Entidades patronais como da Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB) e o Sindibeleza (Sindicato dos Salões de Beleza do Estado de São Paulo) afirmam que o modelo de parceria permite oferecer comissões mais elevadas do que as praticadas para profissionais contratados no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e é considerado mais vantajoso pelos próprios profissionais.
Segundo dados da Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel), os donos dos salões de beleza costumam repassar aos profissionais entre 30% e 60% do valor dos serviços prestados, percentual bem superior ao de outras categorias.
O sistema de parceria, entretanto, não é consenso no setor. Sindicatos e parte dos profissionais temem a precarização das relações de trabalho e perda de direitos trabalhistas. Há quem critique também a lei por legalizar e incentivar a "pejotização" (transformação do trabalhador em pessoa jurídica), abrindo espaço para a flexibilização dos direitos trabalhistas e precedentes para expandir o modelo para outros setores


Sebrae apoia mudança
Para o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a lei traz segurança jurídica para um modelo de negócio que é praticado na grande maioria dos salões de beleza do país. "Há diversas decisões na Justiça do Trabalho que reconhecem a relação de parceria e afastam o vínculo empregatício. Trata-se de uma evolução natural do setor, que cabe ser respeitada. Não haverá precarização na relação de emprego, tendo em vista que a própria Justiça do Trabalho reconhece essa forma de prestação de serviço", disse a entidade, em comunicado.
A Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB) afirma que a nova lei ajudará a regularizar a mão de obra que atua no setor e a acabar com a prática de pagamento "por fora" a profissionais celetistas registrados por um valor mínimo.
“O modelo atual é insustentável. Todo celetista em salão de beleza que hoje ganha 50% de comissão, vai receber por fora. Essa relação está fraudada", afirma José Augusto Nascimento Santos, presidente da ABSB. “Queremos regularizar uma relação de uso e costumes que não cabe com registro em carteira. Nesse setor, é uma relação totalmente diferente. Quem fideliza é o profissional, não é o salão”.
Os donos de salões destacam ainda que não haverá imposição de transição para este modelo, uma vez que a lei permite a contratação em ambos os regimes, celetista e por parceira. "A maioria do quadro nos salões de beleza é celetista. Todo o pessoal de suporte, recepcio


Dúvidas sobre estabilidade financeira
A depiladora Bruna Ziliani, de 21 anos, trabalha há 1 ano e meio com carteira assinada em uma empresa especializada em depilação, com todos os direitos trabalhistas previstos, como 13º salário, férias e FGTS, além de plano de saúde. Assim como ela, todas as demais depiladoras são celetistas, incluindo as recepcionistas. “A CLT dá segurança, eu posso fazer uma dívida porque sei que vou ter salário fixo todo mês para pagar”, diz.
Segundo ela, além da remuneração, cada depiladora recebe 4% em cima de cada atendimento feito. Mas é o salário que segura a maior parte da renda mensal. “As comissões que recebo dão no máximo 50% do salário porque dependem dos atendimentos, e tem dias que é muito fraco o movimento”, conta.
Por ter contrato de trabalho formal, Bruna tem jornada de 9 horas, com horário fixo de entrada e saída, com 1 hora de almoço. “Com essa nova lei, se eu passasse a ser microempresária, iria gerar uma instabilidade financeira muito grande, pois cada mês eu iria ter uma renda diferente e com certeza teria de trabalhar em mais lugares. E em um dia que eu tenho poucas clientes eu sei que no fim das contas eu tenho o salário fixo pra segurar”, afirma.
O regime de parceria garante que o profissional seja um assegurado da Previdência Social, mediante a obrigação de recolhimento de impostos e encargos. Pela lei, ficará a cargo do salão-parceiro reter e recolher os tributos e contribuições sociais e previdenciárias do profissional-parceiro.
Para valer, o contrato precisará ser homologado pelo sindicato da categoria profissional e laboral ou, na ausência desses, pelo órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego.

'Estão rasgando a CLT'
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), entidade que também representa os trabalhadores do setor de beleza, realizou nesta semana protestos contra a sanção da lei e diz que entrará na Justiça com uma ação questionando a constitucionalidade da mudança.
"O que vai acontecer é que dentro de um salão vai ter 5, 10 empresas em vez de funcionárias do salão, e todos PJ, sem direito a 13º salário, férias e garantias trabalhistas", critica. "Qual é o empresário, dono de salão que vai querer ter os encargos trabalhistas e a responsabilidade pelos seus funcionários sendo que ele pode transferir isso para o profissional?”
Para a confederação, trata-se de uma flexibilização das relações de trabalho que traz ameaças à garantias e direitos constitucionais. “Estão rasgando a CLT, o artigo 8º da Constituição, para pejotizar tudo", afirma Moacyr Roberto Tesch Auersvald, presidente da Contratuh. “Se abrir para os salões, vai abrir a possibilidade de abrir para o metalúrgico, jornalista, enfermeiros, garçons. Se isso pegar, não precisa nem de reforma trabalhista, jogamos a CLT fora”, continua.


'Precedente perigoso'
Para o juiz Germano Siqueira, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a lei é equivocada e precariza as relações trabalhistas.
“A lei é equivocada porque está partindo do pressuposto que a realidade é uma só. Cria a ideia de que só existe o salão parceiro e o profissional", diz o magistrado, destacando em que há situações em que há flagrante relação de trabalho e emprego.
Segundo Siqueira, a lei abre um "precedente perigoso" ao "banalizar" relações mais frouxas e "fora da proteção da Constituição federal". "A segurança jurídica pode ser também a insegurança a desproteção".
Ele explica que para ser considerado um contrato de parceria, os profissionais não podem ser submetidos às mesmas regras dos empregados com registro em carteira. “Se tiver que cumprir jornada de trabalho, receber ordens, principalmente estes dois pontos, e isto ficar provado, ele será um empregado”, alerta.


Reforma trabalhista em fatias
A advogada Juliana de Oliveira Afonso, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias, vê espaço para questionamentos sobre a constitucionalidade da lei, mas destaca que o TST tem se manifestado a favor de uma maior flexibilização em relações trabalhistas deste tipo.
“Em uma ação movida por uma manicure, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi bem favorável à empresa no sentido de dizer que não é funcionário, é um prestador de serviços”, afirma a advogada.
Ela também considera positivo medidas de flexibilização de relações trabalhistas específicas para cada setor, sem necessariamente envolver uma reforma trabalhista geral.
“O fatiamento é positivo, porque a partir do momento que você vê cada categoria individualizada, você consegue solucionar individualmente os problemas de cada setor”, afirma.
O envio de uma proposta de reforma trabalhista ao Congresso deixou de ser tratado como prioridade pelo governo do presidente Temer, e a previsão é que fique só para o segundo semestre de 2017.
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, passou a minimizar o adiamento das discussões sobre mudanças na legislação trabalhista. Segundo ele, a reforma trabalhista já estaria acontecendo "praticamente ao natural", uma vez que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já aprovou a questão do chamado acordado sobre o legislado e que há projetos sobre terceirização prontos para serem votados – um na Câmara e outro no Senado. "Com esses dois itens, se resolveria muito daquilo que a gente está sonhando fazer", disse.

Cearense de Crateús se torna jornalista de sucesso no estado do Mato Grosso

Luana: “Fazer o que gosta e ter estabilidade são sonhos de quem luta por um futuro profissional.” – Divulgação
O município de Crateús é considerado uma das cidades onde mais são revelados profissionais da comunicação, tanto de rádio quanto de televisão, e web-comunicadores. Muitos deles, para realizar o sonho de ser comunicador e ter profissionalismo reconhecido, tem de ir para outras cidades e até estados, devido a poucas oportunidades que Crateús oferta. Crateús tem filhos que são conhecidos em todo o estado, por exemplo o caso do comunicador Irismar França, que é apresentador de TV em Fortaleza, mas também tem filhos que são sucesso em outro estado, como é o caso da Jornalista Luana Rodrigues, que tem uma larga experiência em rádio, TV, internet e jornais impressos, se tornando em uma das mais importantes jornalistas do estado do Mato Grosso, região centro-oeste do país.
Luana Rodrigues foi entrevistada pelo repórter Nathan Loyola do Site Sertões de Crateús, e dá detalhes de como se tornou jornalista de sucesso, em outro estado, confira:
Quantos anos você tem de carreira?
9 anos
Há quantos anos saiu de Crateús?
12 anos
Por que quis fazer jornalismo?
Fazer o que gosta e ter estabilidade são sonhos de quem luta por um futuro profissional. No entanto, a caminhada para esta realização nem sempre é fácil e exige força de vontade e, acima de tudo, perseverança. Uma nova oportunidade traz consigo o medo de enfrentar o novo, bem como das dificuldades que ela pode trazer, mas é necessário esforço e coragem.
Antes de iniciar a carreira já existia em mim o desejo de conhecer o “quarto poder”. Ao ingressar na universidade tão logo tive a oportunidade de aplicar o aprendizado teórico na prática. Fui recebida no Jornal Agora (de Itabuna, na Bahia) em abril de 2007 e lá iniciei minha carreira como estagiária. Na época, o medo do novo bateu e foi forte. Mas para perdê-lo me esforcei (e ainda o faço) para aperfeiçoar os meus textos (e isso é um processo contínuo e interminável).
Após ter o contrato te estagiário finalizado, fui contratada como repórter pelo Jornal Agora, onde trabalhei em diversas editorias, como política, economia, esportes, segurança pública e ainda conheci o lado lúdico da produção jornalística ao escrever um caderno de cultura e lazer. Em 2010, deparei-me com o temeroso desafio de ser editora-chefe.

Ceará terá primeira cidade inteligente de baixo custo do mundo.

A primeira cidade inteligente do mundo dedicada à população de baixa renda será instalada no Brasil até o final deste ano, mais especificamente em Croatá, no Ceará. A cidade, chamada Laguna Ecopark, ficará localizada a 55 quilômetros de Fortaleza.

Segundo a Planet Idea, startup italiana formada por sete empresas e responsável pelo projeto, esta será a primeira cidade inteligente do mundo com habitações sociais. Para isso, ele conta com parceiros de tecnologia que proporcionarão aos moradores recursos fundamentais em três pilares: segurança, energia e inclusão social. Uma das empresas por trás da Laguna Ecopark é a Tyco Innovation, por meio da startup israelense Magos, que será responsável por um sistema de segurança baseado em radares.

A Magos conseguiu desenvolver um sistema de baixo custo capaz de detectar e acompanhar intrusões em qualquer situação climática, incluindo chuva e neblina, substituindo as tradicionais câmeras de vigilância em prédios e até mesmo em toda a cidade.

“Normalmente os projetos são focados em habitações de baixo custo e infraestrutura básica, mas a Planet Idea veio com uma ideia ousada, dentro da qual as pessoas podem morar em casas econômicas, porém com o conforto que a conectividade e as tecnologias de segurança podem proporcionar”, explica Ofir Bar-Levav, CFO da Tyco em Israel.

Ainda na primeira fase do projeto, 90 hectares estão sendo construídos, com investimento de 18 milhões de euros. A cidade terá ao todo 330 hectares. As moradias possuem preços similares aos da faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), entre R$ 99 mil e R$ 145 mil, e tamanhos entre 45 m² a 65 m², dependendo de um dos cinco modelos oferecidos. Os lotes estão à venda por R$ 23,4 mil e podem ser pagos em até 120 meses.

A fase inicial da Laguna Ecopark deve ser entregue até o final de 2016 e o projeto pode servir de pontapé inicial para ajudar na urbanização em regiões como a Ásia, África e América do Sul.

Em 2017, próximo prefeito de Santa Quitéria vai ganhar mais que o governador do Ceará

Uma curiosidade até então desconhecida aos olhos dos quiterienses, quanto às Leis 905/906, sancionadas em julho passado, pelo prefeito Fabiano Lobo.
As leis reajustam os subsídios do Prefeito Municipal (40%), Vice-Prefeito (40%), Secretários Municipais (26%) e Vereadores (25,73%), a partir de 1º de janeiro de 2017. Sendo assim, os vereadores, que recebiam R$ 6.012,70, passarão a receber R$ 7.560,00 e o prefeito, que recebia R$ 14.000,00, passará a receber R$ 19.600,00.
O novo salário do prefeito a partir do próximo ano será maior do que Camilo Santana recebe atualmente para governar o estado do Ceará, avaliado em R$ 16.759,58.
Afinal, quem assume em 1º de janeiro?
Até o momento, está indefinido quem assumirá a cadeira de prefeito de Santa Quitéria, pois o prefeito eleito nas urnas Tomás Figueiredo (PMDB) aguarda no Tribunal Superior Eleitoral, o julgamento do recurso que indeferiu a sua candidatura.