O número de pessoas com diabetes no mundo passou de 108 milhões em
1980 para 422 milhões em 2014, segundo dados divulgados pela Organização
Mundial da Saúde (OMS). No Dia Mundial do Diabetes, lembrado nesta
segunda-feira, 14, a entidade alerta que a prevalência do diabetes entre
maiores de 18 anos no mundo passou de 4,7% para 8,5% no mesmo período –
sobretudo em países de baixa e média renda.
Ainda de acordo com a
organização, a doença figura como a principal causa de cegueira,
falência dos rins, ataques cardíacos e amputações de membros inferiores.
Em 2012, cerca de 1,5 milhões de mortes foram diretamente provocadas
pelo diabetes, enquanto 2,2 milhões de óbitos foram atribuídos a altos
níveis de glicose no sangue. Quase a metade dessas mortes foi registrada
em pessoas com menos de 70 anos.
“A OMS estima que o diabetes
será a sétima causa de morte no mundo até 2030. Adotar uma dieta
saudável, praticar atividade física regular, controlar o peso e evitar o
tabaco são formas de prevenir ou de atrasar o diagnóstico de diabetes
tipo 2”, destacou a entidade. “O diabetes pode ser tratado e suas
consequências podem ser evitadas ou mesmo atrasadas por meio de dietas,
atividade física, medicamentos e exames regulares”, completou.
Consequências
Ainda
segundo a OMS, o diabetes, ao longo do tempo, pode provocar danos ao
coração, vasos sanguíneos, olhos, rins e nervos. As consequências mais
comuns são:
- Adultos com diabetes têm de duas a três vezes mais chances de apresentar ataques cardíacos e derrames.
-
Associados à redução do fluxo sanguíneo, danos aos nervos do pé
provocados pelo diabetes aumentam a chance de úlcera nos pés, infecções e
eventual necessidade de amputação de membros inferiores.
- A
retinopatia diabética é uma importante causa de cegueira e acontece como
resultado de danos acumulados a longo prazo aos vasos sanguíneos da
retina. Cerca de 2,6% de todos os casos de cegueira no mundo podem ser
atribuídos ao diabetes tipo 2.
- O diabetes está entre as principais causas de falência dos rins.
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Estudo aponta que luz do sol alivia sofrimento emocional
Parece que existe uma explicação
científica para o verão ser a estação do ano preferida de muita gente.
Um estudo publicado no periódico científico Journal of Affective
Disorders e realizado por cientistas da Universidade Brigham Young
aponta que a luz do sol tem um enorme impacto na saúde mental e
bem-estar geral, de acordo com o HuffPost Brasil.
Ainda segundo o estudo, nas épocas do ano em que a incidência de sol é maior, como primavera e verão, a população apresenta melhor saúde mental; já nos meses de menor claridade, os problemas aumentam. O efeito da luz solar atinge todo mundo, não somente os portadores de transtorno afetivo sazonal (TAS).
A pesquisa levou em conta variáveis metereológicas como: frio causado por vento, chuva, irradiação solar, velocidade dos ventos, temperatura, entre outros. Os três cientistas responsáveis pela pesquisa, Mark Beecher, professor clínico e psicólogo da BYU Counselling and Psychological Services, Lawrence Rees, professor de física, e Dennis Egget, professor de estatística da BYU, concluíram que “os aumentos sazonais no tempo de luz solar diária são associados a sofrimento mental menor”.
A pesquisa aponta ainda que a questão principal está na quantidade de raios solares que chegam à Terra. Por isso, mesmo em dias chuvosos, o impacto no bem-estar é positivo. "A única coisa realmente significativa foi a quantidade de tempo passado entre o nascer do sol e o pôr do sol", afirma Beecher.
Ainda segundo o estudo, nas épocas do ano em que a incidência de sol é maior, como primavera e verão, a população apresenta melhor saúde mental; já nos meses de menor claridade, os problemas aumentam. O efeito da luz solar atinge todo mundo, não somente os portadores de transtorno afetivo sazonal (TAS).
A pesquisa levou em conta variáveis metereológicas como: frio causado por vento, chuva, irradiação solar, velocidade dos ventos, temperatura, entre outros. Os três cientistas responsáveis pela pesquisa, Mark Beecher, professor clínico e psicólogo da BYU Counselling and Psychological Services, Lawrence Rees, professor de física, e Dennis Egget, professor de estatística da BYU, concluíram que “os aumentos sazonais no tempo de luz solar diária são associados a sofrimento mental menor”.
A pesquisa aponta ainda que a questão principal está na quantidade de raios solares que chegam à Terra. Por isso, mesmo em dias chuvosos, o impacto no bem-estar é positivo. "A única coisa realmente significativa foi a quantidade de tempo passado entre o nascer do sol e o pôr do sol", afirma Beecher.
Pescadores capturam tambaqui de 32 quilos no Açude Edson Queiroz
Embora esteja em sua situação mais crítica com 11,05%, o açude Edson
Queiroz continua favorável para os pescadores do município de Santa
Quitéria.
Na semana passada, os pescadores PC e Leomar, da vila São Damião, conseguiram capturar um tambaqui de 32 quilos.
O tambaqui pescado está servindo de atração para as pessoas que visitam a
localidade. De acordo com a revista Pesca & Companhia, o tambaqui é
um dos maiores peixes existentes, no entanto, são raros, chegando a
atingir mais de 90 cm de comprimento e em média, 30 quilos.sábado, 12 de novembro de 2016
A TV ARARENDÁ PARABENIZA OS AGENTES DA SUCAM ATUANTES NA CIDADE DE ARARENDÁ
A TV Ararendá gostaria de parabenizar os agentes da SUCAM, que estão fazendo um ótimo trabalho na contenção da reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e, mais recentemente, o vírus zika, o qual acarreta supostamente em uma deformação craniana em recém-nascidos, chamada de microcefalia, e uma paralisia corporal ocasionada pela Síndrome de Guillain Barré. Enfatizamos o fato de que estes trabalhadores são responsáveis pelo nosso bem estar e segurança contra possíveis doenças, portanto, fazendo parte da manutenção de nossa saúde. Estes guerreiros, que trabalham dia a dia para manter o controle de epidemias, merecem nosso reconhecimento.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
PARABÉNS ÀS PESSOAS QUE ESTÃO ENFEITANDO A PRAÇA MATRIZ DE ARARENDÁ PARA O FIM DE ANO
Conhecida como umas das praças mais belas da região, a Praça Matriz de Ararendá, está sendo preparada para os eventos festivos do final do ano, período em que vários conterrâneos vêm admirar sua cidade natal. É tempo de festa em Ararendá, e a praça está sendo embelezada para um melhor
passeio para a população.
FOTOS DO ANO PASSADO
passeio para a população.
Caixa Econômica reduz juros do financiamento da casa própria; taxas devem diminuir
Se há poucos meses os brasileiros estavam inseguros em fazer grandes
investimentos, como comprar a casa própria, hoje este cenário apresentou
mudanças. A Caixa Econômica Federal anunciou ontem que reduzirá em 0,25
ponto porcentual ao ano todas as taxas para pessoas físicas que
financiaram imóveis novos ou usados enquadrados no Sistema Brasileiro de
Poupança e Empréstimo (SBPE). Isto quer dizer que, as taxas de juros do
crédito imobiliário com recurso de poupança da Caixa vão ficar mais
baratas, a partir de hoje (9), pela primeira vez neste ano.
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará
(Sinduscon-CE), André Montenegro, explica que este é um ótimo momento
para negociar novos financiamentos para a aquisição de imóveis. "O
mercado está sinalizando para uma retomada no financiamento imobiliário,
porque além de baixar as taxas, os bancos estão com recursos para
financiar", ressaltou Montenegro, explicando que a Caixa possuia cerca
de R$100 bilhões destinados ao financiamento imobiliário no País, para
este ano, entretanto, ainda estão disponíveis aproximadamente R$30
bilhões para esta função.
Em nota, a Caixa disse que o corte é reflexo da diminuição da taxa
básica de juros (Selic), que foi reduzida para 14% ao ano pelo Banco
Central, em outubro. "O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas
de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair
novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito
imobiliário", disse o banco.
Montenegro explica que a redução anunciada pela Caixa resultará em
grande economia para financiamentos de longo prazo. "As vezes as pessoas
ficam esperando, achando que o valor do imóvel vai baixar, ele não vai
baixar, tem que aproveitar esses momentos, de condições especiais de
juro, em que o mercado está começando a aquecer, onde tem dinheiro para
financiar, com oportunidade para barganhar com as construtoras, que
ainda estão realizando promoções atrativas", complementou.
Ele enfatiza ainda que o momento é favorável para todas as faixas de
financiamentos, com condições de juros encontradas no ano de 2014, antes
do período considerado de crise econômica no País. A previsão, como
conta, é que não haja mais reduções nas taxas até o fim de 2016.
Neste ano, a Caixa aumentou os juros do crédito imobiliário em março,
depois de ter feito três reajustes em 2015. O banco reservou R$ 93
bilhões para o crédito habitacional em 2016, dos quais R$ 66,2 bilhões
foram aplicados. A expectativa do banco é aplicar R$ 26,8 bilhões até o
fim deste ano.
Mudanças
Sob o comando de Gilberto Occhi, que assumiu no governo Michel Temer, a
Caixa adotou uma série de medidas para incentivar o setor da construção.
Para as famílias, o banco dobrou o limite de financiamento dos imóveis
de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões, e aumentou o porcentual que pode ser
financiado. Às construtoras, destinou R$ 10 bilhões ao reabrir uma
linha específica e passou a permitir que as operações sejam fechadas com
80% de execução das obras. Também reformou a linha Construcard.
As novas taxas variam conforme o grau de relacionamento do cliente com a
Caixa. Para clientes que não são correntistas do banco, a taxa pelo
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), por exemplo, cairá de 12,5% ao ano
para 12,25%. No caso de servidor que recebe salário pela Caixa, a taxa
será reduzida para 10,75%, ante 11% ao ano.
Para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação
(SFH), a taxa balcão para quem não tem relacionamento com o banco cairá
de 11,22% para 11%. Os juros dos servidores públicos que recebem na
Caixa serão de 9,7%, ante 10% ao ano.
Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção
tenha sido financiada pela Caixa, e fizerem a opção de receber o
salário pelo banco, serão cobradas taxas iguais às oferecidas aos
servidores públicos. As taxas de juros passarão de 11,22% ao ano para
9,75% ao ano, para os imóveis no SFH, de 12,5% ao ano para 10,75% ao
ano, para imóveis do SFI.
O limite do SFH para imóvel residencial é de R$ 650 mil, para todo País,
exceto para os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e
Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil.
Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no Sistema Financeiro Imobiliário (SNI).
Limite mínimo
Além da redução de juros, a Caixa diminuiu ainda o limite mínimo de
financiamento com recursos da poupança de R$ 100 mil para R$ 80 mil. O
novo piso vale tanto para imóveis novos como usados, dentro do SFH ou
SFI. De acordo com Montenegro, essa foi uma das principais medidas
apresentadas pelo banco, pois oferece novas opções de negócios aos
brasileiros.
Para as empresas, a Caixa reduzirá a taxa de juros em todas as faixas de
relacionamento. As taxas para micro e pequenas empresas (MPE) cairão de
14% para 13%, e para médias e grandes, de 13,5% para 12,5%.
Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do
Correspondente Caixa Aqui, em 1% o valor do financiamento, com limite de
R$ 2 mil nas operações do FGTS.
A Caixa ainda realizou ajustes para empresas que pretendem financiar a
construção de empreendimentos pelo banco. O prazo do produto foi elevado
para 36 meses, com carência de um ano pós-obra e possibilidade de
acréscimo de 25% sobre a obra.
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