terça-feira, 15 de novembro de 2016

Uma em cada 11 pessoas no mundo tem diabetes, alerta OMS

O número de pessoas com diabetes no mundo passou de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Dia Mundial do Diabetes, lembrado nesta segunda-feira, 14, a entidade alerta que a prevalência do diabetes entre maiores de 18 anos no mundo passou de 4,7% para 8,5% no mesmo período – sobretudo em países de baixa e média renda.
Ainda de acordo com a organização, a doença figura como a principal causa de cegueira, falência dos rins, ataques cardíacos e amputações de membros inferiores. Em 2012, cerca de 1,5 milhões de mortes foram diretamente provocadas pelo diabetes, enquanto 2,2 milhões de óbitos foram atribuídos a altos níveis de glicose no sangue. Quase a metade dessas mortes foi registrada em pessoas com menos de 70 anos.
“A OMS estima que o diabetes será a sétima causa de morte no mundo até 2030. Adotar uma dieta saudável, praticar atividade física regular, controlar o peso e evitar o tabaco são formas de prevenir ou de atrasar o diagnóstico de diabetes tipo 2”, destacou a entidade. “O diabetes pode ser tratado e suas consequências podem ser evitadas ou mesmo atrasadas por meio de dietas, atividade física, medicamentos e exames regulares”, completou.

Consequências
Ainda segundo a OMS, o diabetes, ao longo do tempo, pode provocar danos ao coração, vasos sanguíneos, olhos, rins e nervos. As consequências mais comuns são:
- Adultos com diabetes têm de duas a três vezes mais chances de apresentar ataques cardíacos e derrames.
- Associados à redução do fluxo sanguíneo, danos aos nervos do pé provocados pelo diabetes aumentam a chance de úlcera nos pés, infecções e eventual necessidade de amputação de membros inferiores.
- A retinopatia diabética é uma importante causa de cegueira e acontece como resultado de danos acumulados a longo prazo aos vasos sanguíneos da retina. Cerca de 2,6% de todos os casos de cegueira no mundo podem ser atribuídos ao diabetes tipo 2.

- O diabetes está entre as principais causas de falência dos rins.

Estudo aponta que luz do sol alivia sofrimento emocional

Parece que existe uma explicação científica para o verão ser a estação do ano preferida de muita gente. Um estudo publicado no periódico científico Journal of Affective Disorders e realizado por cientistas da Universidade Brigham Young aponta que a luz do sol tem um enorme impacto na saúde mental e bem-estar geral, de acordo com o HuffPost Brasil.

Ainda segundo o estudo, nas épocas do ano em que a incidência de sol é maior, como primavera e verão, a população apresenta melhor saúde mental; já nos meses de menor claridade, os problemas aumentam. O efeito da luz solar atinge todo mundo, não somente os portadores de transtorno afetivo sazonal (TAS).

A pesquisa levou em conta variáveis metereológicas como: frio causado por vento, chuva, irradiação solar, velocidade dos ventos, temperatura, entre outros. Os três cientistas responsáveis pela pesquisa, Mark Beecher, professor clínico e psicólogo da BYU Counselling and Psychological Services, Lawrence Rees, professor de física, e Dennis Egget, professor de estatística da BYU, concluíram que “os aumentos sazonais no tempo de luz solar diária são associados a sofrimento mental menor”.

A pesquisa aponta ainda que a questão principal está na quantidade de raios solares que chegam à Terra. Por isso, mesmo em dias chuvosos, o impacto no bem-estar é positivo. "A única coisa realmente significativa foi a quantidade de tempo passado entre o nascer do sol e o pôr do sol", afirma Beecher.

Pescadores capturam tambaqui de 32 quilos no Açude Edson Queiroz

Embora esteja em sua situação mais crítica com 11,05%, o açude Edson Queiroz continua favorável para os pescadores do município de Santa Quitéria.
Na semana passada, os pescadores PC e Leomar, da vila São Damião, conseguiram capturar um tambaqui de 32 quilos.
O tambaqui pescado está servindo de atração para as pessoas que visitam a localidade. De acordo com a revista Pesca & Companhia, o tambaqui é um dos maiores peixes existentes, no entanto, são raros, chegando a atingir mais de 90 cm de comprimento e em média, 30 quilos.

sábado, 12 de novembro de 2016

A TV ARARENDÁ PARABENIZA OS AGENTES DA SUCAM ATUANTES NA CIDADE DE ARARENDÁ

A TV Ararendá gostaria de parabenizar os agentes da SUCAM, que estão fazendo um ótimo trabalho na contenção da reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e, mais recentemente, o vírus zika, o qual acarreta supostamente em uma deformação craniana em recém-nascidos, chamada de microcefalia, e uma paralisia corporal ocasionada pela Síndrome de Guillain Barré. Enfatizamos o fato de que estes trabalhadores são responsáveis pelo nosso bem estar e segurança contra possíveis doenças, portanto, fazendo parte da manutenção de nossa saúde. Estes guerreiros, que trabalham dia a dia para manter o controle de epidemias, merecem nosso reconhecimento.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

PARABÉNS ÀS PESSOAS QUE ESTÃO ENFEITANDO A PRAÇA MATRIZ DE ARARENDÁ PARA O FIM DE ANO

Conhecida como umas das praças mais belas da região, a Praça Matriz de Ararendá, está sendo preparada para os eventos festivos do final do ano, período em que vários conterrâneos vêm admirar sua cidade natal. É tempo de festa em Ararendá, e a praça está sendo embelezada para um melhor
 passeio para a população.

FOTOS DO ANO PASSADO



(hoje) Nova Russas: Seminário Poupança Verde ocorrerá nessa Quarta-feira (09/11) na CDL..


Caixa Econômica reduz juros do financiamento da casa própria; taxas devem diminuir


Se há poucos meses os brasileiros estavam inseguros em fazer grandes investimentos, como comprar a casa própria, hoje este cenário apresentou mudanças. A Caixa Econômica Federal anunciou ontem que reduzirá em 0,25 ponto porcentual ao ano todas as taxas para pessoas físicas que financiaram imóveis novos ou usados enquadrados no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Isto quer dizer que, as taxas de juros do crédito imobiliário com recurso de poupança da Caixa vão ficar mais baratas, a partir de hoje (9), pela primeira vez neste ano.
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, explica que este é um ótimo momento para negociar novos financiamentos para a aquisição de imóveis. "O mercado está sinalizando para uma retomada no financiamento imobiliário, porque além de baixar as taxas, os bancos estão com recursos para financiar", ressaltou Montenegro, explicando que a Caixa possuia cerca de R$100 bilhões destinados ao financiamento imobiliário no País, para este ano, entretanto, ainda estão disponíveis aproximadamente R$30 bilhões para esta função.
Em nota, a Caixa disse que o corte é reflexo da diminuição da taxa básica de juros (Selic), que foi reduzida para 14% ao ano pelo Banco Central, em outubro. "O objetivo é contribuir para alavancagem de vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e, consequentemente, atrair novos clientes para a instituição, com condições especiais no crédito imobiliário", disse o banco.

Montenegro explica que a redução anunciada pela Caixa resultará em grande economia para financiamentos de longo prazo. "As vezes as pessoas ficam esperando, achando que o valor do imóvel vai baixar, ele não vai baixar, tem que aproveitar esses momentos, de condições especiais de juro, em que o mercado está começando a aquecer, onde tem dinheiro para financiar, com oportunidade para barganhar com as construtoras, que ainda estão realizando promoções atrativas", complementou.
Ele enfatiza ainda que o momento é favorável para todas as faixas de financiamentos, com condições de juros encontradas no ano de 2014, antes do período considerado de crise econômica no País. A previsão, como conta, é que não haja mais reduções nas taxas até o fim de 2016.
Neste ano, a Caixa aumentou os juros do crédito imobiliário em março, depois de ter feito três reajustes em 2015. O banco reservou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional em 2016, dos quais R$ 66,2 bilhões foram aplicados. A expectativa do banco é aplicar R$ 26,8 bilhões até o fim deste ano.

Mudanças
Sob o comando de Gilberto Occhi, que assumiu no governo Michel Temer, a Caixa adotou uma série de medidas para incentivar o setor da construção. Para as famílias, o banco dobrou o limite de financiamento dos imóveis de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões, e aumentou o porcentual que pode ser financiado. Às construtoras, destinou R$ 10 bilhões ao reabrir uma linha específica e passou a permitir que as operações sejam fechadas com 80% de execução das obras. Também reformou a linha Construcard.
As novas taxas variam conforme o grau de relacionamento do cliente com a Caixa. Para clientes que não são correntistas do banco, a taxa pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), por exemplo, cairá de 12,5% ao ano para 12,25%. No caso de servidor que recebe salário pela Caixa, a taxa será reduzida para 10,75%, ante 11% ao ano.
Para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a taxa balcão para quem não tem relacionamento com o banco cairá de 11,22% para 11%. Os juros dos servidores públicos que recebem na Caixa serão de 9,7%, ante 10% ao ano.
Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta, cuja construção tenha sido financiada pela Caixa, e fizerem a opção de receber o salário pelo banco, serão cobradas taxas iguais às oferecidas aos servidores públicos. As taxas de juros passarão de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano, para os imóveis no SFH, de 12,5% ao ano para 10,75% ao ano, para imóveis do SFI.
O limite do SFH para imóvel residencial é de R$ 650 mil, para todo País, exceto para os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil.
Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no Sistema Financeiro Imobiliário (SNI).

Limite mínimo
Além da redução de juros, a Caixa diminuiu ainda o limite mínimo de financiamento com recursos da poupança de R$ 100 mil para R$ 80 mil. O novo piso vale tanto para imóveis novos como usados, dentro do SFH ou SFI. De acordo com Montenegro, essa foi uma das principais medidas apresentadas pelo banco, pois oferece novas opções de negócios aos brasileiros.
Para as empresas, a Caixa reduzirá a taxa de juros em todas as faixas de relacionamento. As taxas para micro e pequenas empresas (MPE) cairão de 14% para 13%, e para médias e grandes, de 13,5% para 12,5%.
Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente Caixa Aqui, em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS.
A Caixa ainda realizou ajustes para empresas que pretendem financiar a construção de empreendimentos pelo banco. O prazo do produto foi elevado para 36 meses, com carência de um ano pós-obra e possibilidade de acréscimo de 25% sobre a obra.